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Mostrando postagens de outubro, 2026

A vida não acaba quando a idade chega. E o amor também não tem prazo de validade!.

  A chuva — e se ainda houver um grande amor esperando por você? “Chuva de prata, que cai sem parar, quase me mata de tanto esperar um beijo molhado de luz, sela o nosso amor....” A música de Gal Costa nos convida a ir fundo no amor. Afinal, viver também é isso: permitir-se sentir, amar e percorrer os caminhos que o coração nos apresenta. Ontem, em nossa live das quintas-feiras, Love Story , contei a história de Roberto e Magda. Eles se reencontraram quando ele tinha 71 anos e ela, 68. E então me veio uma pergunta: será que, nessa idade, ainda vale a pena viver um grande amor? Ou será que devemos deixar essa possibilidade passar, sem sequer descobrir onde ela poderia nos levar? Essa é uma das grandes dúvidas de muitas pessoas depois dos 50 anos. Parece que, ao chegar a determinada idade, tudo deveria terminar. Os sonhos, as conquistas, os romances e até a vontade de viver novas experiências. Mas será mesmo? Digo por experiência própria: a idade é apenas um número quando não permiti...

AS INCERTEZAS DO AMANHÃ

  “Que a gente nunca deixe a incerteza do amanhã roubar a beleza do hoje.”  Todos os dias, saímos para cumprir nossas rotinas. Trabalhamos, cuidamos da casa, da família e das nossas responsabilidades. Tentamos organizar a vida para que tudo aconteça da melhor maneira possível. Mas, por mais que desejemos segurança e estabilidade, nunca temos a certeza do que o amanhã nos reserva. Planejamos, fazemos escolhas, criamos expectativas e seguimos nossos caminhos. De repente, algo acontece, e aquilo que parecia tão certo se transforma em dúvidas, inseguranças e incertezas. E então nos perguntamos: por que precisamos viver sem saber o que vem pela frente? A resposta talvez esteja no fato de que a vida é imprevisível. Mal conseguimos controlar tudo o que acontece no presente, quanto mais garantir que o amanhã será exatamente como planejamos. Se não podemos controlar todas as circunstâncias, precisamos aprender a cuidar da maneira como enfrentamos cada uma delas. E como fazemos isso? Co...

A vida é uma gangorra!

  A vida é como uma gangorra. Um dia estamos lá em cima; no outro, estamos lá embaixo. Algumas pessoas passam mais tempo na parte de cima, enquanto outras parecem viver constantemente na parte de baixo. Mas, para quase todos nós, encontrar o equilíbrio entre essas duas posições é um grande desafio. Lutamos tanto para chegar ao alto! Queremos conquistar, realizar sonhos, alcançar nossos objetivos e, finalmente, sentir que tudo está no lugar. Mas, quando pensamos que conseguimos, algo acontece: uma situação, uma pessoa ou uma circunstância nos coloca novamente lá embaixo. E lá vamos nós começar tudo outra vez! Mas será que o grande desafio da vida é permanecer no alto ou aprender a ficar bem, independentemente de onde a gangorra esteja? Talvez o verdadeiro equilíbrio não esteja nas circunstâncias que vivemos, mas naquilo que construímos dentro de nós. Porque, se um dia conseguirmos encontrar esse equilíbrio interior, mesmo quando a gangorra estiver lá embaixo, saberemos que aquele mo...

A VIDA É COMO UM GRANDE PALCO

  Na vida, somos como atores em um grande palco. Interpretamos tantos personagens, assumimos tantos papéis e tentamos corresponder a tantas expectativas que, às vezes, acabamos nos esquecendo de quem realmente somos. Somos filhos, pais, mães, companheiros, profissionais, amigos… E, em meio a tantas responsabilidades, fica uma pergunta: em que momento deixamos de interpretar os papéis da vida para viver a nossa própria história?.  Esse foi o tema da minha live de ontem, baseada no livro internacional "Vida Leve" , que narro todas as terças-feiras no canal Deusa da Prosperidade 8462, no YouTube. E, enquanto refletia sobre isso, uma pergunta me chamou a atenção: será que a vida é uma causa perdida? . Pode parecer uma pergunta dura, mas pense comigo: passamos boa parte da vida tentando conquistar coisas, agradar pessoas e cumprir expectativas. Tomamos decisões pensando na felicidade dos outros e, muitas vezes, deixamos a nossa para depois. E se o nosso papel principal fosse simpl...

Reconhecimento

  Reconhecimento — comece por você! O que é reconhecimento? No dicionário, encontramos definições como o ato ou efeito de reconhecer, admitir como verdadeiro, reconhecer um direito e tantas outras explicações. Mas, afinal, por que buscamos tanto o reconhecimento das pessoas e, muitas vezes, quase nunca o recebemos da forma que esperamos? Talvez a resposta seja mais simples do que imaginamos. O reconhecimento começa dentro de nós. É quando conseguimos olhar para nossa própria história e dizer: eu sei quem sou, reconheço o que faço e compreendo o meu valor. Mas essa é justamente a parte mais difícil! Quando não reconhecemos nosso próprio valor, passamos a buscá-lo nas pessoas e no ambiente em que vivemos. Fazemos cada vez mais, entregamos além dos nossos limites e esperamos que alguém perceba tudo isso. Só que, muitas vezes, o outro não enxerga da mesma maneira. Então, cansamos, chutamos o balde, reclamamos, nos frustramos e acabamos criando uma distância ainda maior daquele reconhec...

NOSSAS INCERTEZAS

  ANTES DE BUSCAR A RIQUEZA, CULTIVE A PROSPERIDADE Muitas vezes, não sabemos exatamente o que queremos, quem somos ou do que somos capazes. A única certeza parece ser a necessidade de buscar nosso bem-estar e garantir o básico para sobreviver. Por isso, levantamos todas as manhãs e seguimos para o trabalho. Precisamos pagar as contas, colocar comida na mesa e conquistar alguma estabilidade. E não há nada de errado nisso. Afinal, precisamos cuidar da nossa vida material. Mas, enquanto corremos atrás do dinheiro e das coisas que acreditamos que nos farão felizes, será que estamos cuidando da nossa mente? Será que estamos dando atenção às informações e aos aprendizados que podem transformar a maneira como vivemos? Certa vez, ouvi uma reflexão que me fez pensar: quando vivemos correndo desesperadamente atrás do dinheiro, ele parece estar sempre a quilômetros de distância. Criamos padrões, repetimos comportamentos e entramos em uma corrida sem fim. Às vezes, estamos tão ocupados tentan...

Jardim Florido 🌷🦋

  Jardim Florido 🌷🦋 Certa vez, quando eu ainda era pequena, estava no jardim da minha casa. Era uma manhã linda, e o sol, por trás das flores, deixava tudo ainda mais bonito. Eu amava aquele jardim. E amo borboletas! Minha avó dizia que elas eram fadinhas. Talvez por isso, desde pequena, eu as olhasse com tanto encantamento. Naquela manhã, vi uma borboleta linda, amarela, com pequenas linhas pretas desenhadas em suas asas. O contraste era tão bonito que fiquei admirando cada detalhe. Quando fiz menção de pegá-la, ela voou. Meu pai estava logo atrás de mim e, naquele momento, me disse algo que ficou guardado na minha memória: “Quando cuidamos do nosso jardim, lindas borboletas vêm nos visitar.” Eu era muito pequena, mas, passados mais de quarenta anos, essa lembrança voltou à minha mente. E, dessa vez, compreendi que aquela frase ia muito além das flores. Nossa vida também tem um jardim: de o nosso coração, a nossa morada   emoções e sentimentos. Quando cuidamos dele, p...

CONSCIÊNCIA DE VIVER!

  O que significa ter consciência de viver? Ontem, na minha live Contando Histórias, Transformando Vidas , conversamos sobre esse tema. Uma reflexão que também faz parte do meu livro Vida Leve — Um Guia para uma Vida Mais Leve , onde procuro mostrar caminhos para enxergarmos nossas escolhas e nossos atos com mais consciência. Mas vou dizer uma coisa para vocês: Ter consciência da própria vida não é fácil. É muito mais simples apontar o que o outro deveria fazer do que olhar para dentro e perguntar: “O que eu estou fazendo comigo?” Muitas vezes nos agarramos àquilo em que acreditamos, aos bens materiais, às pessoas ou às coisas que nos fazem sentir bem, porque viver nem sempre é simples. Mas a vida não é um castigo. A vida é uma bênção. Muitas vezes, somos nós que transformamos essa bênção em um peso. Carregamos culpas que nem sempre são nossas. Se nossos filhos sofrem, pensamos que falhamos como pais. Se nossos pais precisam de nós, acreditamos que temos uma dívida eterna. Tentamo...

Afinal, com que idade deixamos de viver?

  Ontem, na minha live, contei a história de Cíntia, uma senhora de 64 anos que encontrou o amor quando menos esperava: na fila de um banco. No começo, ela mesma não sabia exatamente o que estava sentindo. Três meses depois, percebeu que aquilo era amor. Eles assumiram o relacionamento e decidiram conversar com a família. A família dele aceitou. Mas, na família dela, suas filhas não aceitaram. E foi aí que a história tomou um rumo que me fez pensar muito. Cíntia tinha um apartamento em seu nome, mas também estava no nome das filhas. Por causa do relacionamento, ela acabou tendo que sair de casa. Aos 64 anos, vivendo de sua aposentadoria, ela precisou recomeçar. E recomeçou. Com o tempo, com a ajuda do companheiro e fazendo doces, os dois abriram uma pequena doceria e começaram a construir uma nova vida juntos. E aqui está a parte que mais me faz pensar: Cíntia não estava terminando a vida. Ela estava começando uma nova fase dela. Mas, para algumas pessoas, parece que chegar a dete...